domingo, 15 de julho de 2012

Filmes do coração: Dirty Dancing

 



 




 




  Esse é o tipo do filme que quando passa na Sessão da Tarde, eu paro tudo o que eu estou fazendo para assistir! Detalhe: eu tenho o DVD em casa.
  Atire a primeira pedra quem nunca quis ter seu momento Baby, se apaixonar perdidamente e viver essa paixão tão intensamente como ela vive no filme! Ah, e sair rodopiando ao som de "I've had the time of my life, no I never felt this way before/ Yes I swear, this is true, and I owe it all to youuuuuu"


sábado, 14 de julho de 2012

O (famoso) óleo de Argan


   Já faz tempinho já que este produto originário do Marrocos virou o queridinho dos salões de beleza! O chamado "ouro marroquino" (chamado assim por ser raro e difícil de se obter) é rico em nutrientes e promete fazer um verdadeiro milagre na cabeleira, devolvendo o brilho e a sedosidade às madeixas amadas! Confesso que à primeira vista desconfiei um pouco dessa propaganda meio "sensacionalista" porque, a meu ver, produto milagroso não existe. O que salva o cabelo mesmo (na minha opinião) é a famosa e temida vitamina T (tesoura rsrsrrs) e esses nossos produtinhos amados só ajudam a adiar esse sofrimento.
   Eis que então no começo do ano ganhei uma amostra grátis do óleo de argan da Inoar. Já que o bonito caiu "de grátis" na minha mão, resolvi testar e ver se ele era mesmo essa maravilha toda. Misturei um pouquinho dele em todas as minhas máscaras de hidratação (não na máscara toda, só na parte que eu ia usar) O resultado foi surpreendente!


   Ele é milagroso?
   Olha, milagres realmente não existem. Mas o que eu posso dizer é que de todos os produtos que eu usei para turbinar as minhas hidratações (mel, azeite, açúcar, ampolas), o óleo de argan foi o que mais deu resultado no meu cabelo! Como já falei, meu cabelo tende a ressecar muito e o óleo não só diminuiu instantaneamente esse ressecamento como deixou e ele com um brilho incrível, coisa muito difícil de acontecer! Claro que as pontas ainda continuaram um pouquinho ressecadas (isso só a tesoura resolve), mas com um aspecto bem melhor!
  Atualmente tem muitos produtos à base de óleo de argan (shampoos, condicionadores, máscaras de hidratação). Esses eu nunca usei, mas acredito que sejam bons. Mas o que eu recomento para quem, como eu, já tem um estoque de produtos para cabelo é comprar só o óleo. Esse da Inoar eu achei aqui pelo menor preço. É um ótimo investimento porque rende horrores, esse meu de 7 ml não está nem na metade!
   Testem e me contem!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Super


   Sempre tive uma quedinha por super-heróis! Desde de pequena havia algo nesses seres dos quadrinhos que me faziam ficar colada em frente à TV ou à telona do cinema, sem piscar!

    E o que mais me encanta nesses personagens não são só os milhares de músculos, a beleza física dos seus protagonistas ou os seus incríveis super poderes, mas sim o que há de mais humano nesses humanos incomuns: a personalidade, os dilemas, os conflitos psicológicos que estes passam. Por trás da máscara, armadura ou qualquer artefato especial há uma pessoa, um ser humano (mesmo que viesse de Krypton) em sua essência. E este não é invencível, pelo contrário, é tão ou mais vulnerável que qualquer outra pessoa. 

    O Peter Parker teve que lidar com sua timidez e a culpa pela morte do tio; Bruce Wayne com o medo de morcegos e a falta dos pais, coisas que nem a sua enorme fortuna pôde resolver; Clark Kent passou sua vida inteira tendo que conviver com o fato de ser diferente e, mais tarde, teve que adotar um personagem para viver no seu dia-a-dia.. O invencível Thor passou uns bons apuros por causa da sua vaidade assim como o Tony Stark e seu ego astronômico.

   Acho que o que mais me atrai nessa "turma" é justamente a identificação que, por incrível que pareça, temos com eles. Todos nós passamos por pelo menos uma das situações acima. Por isso, por mais que isso pareça muito idiota, eu acredito realmente que todos nós somos super-heróis ! Claro, não temos os tais super poderes, mas penso que estes sejam apenas metáforas para a habilidade que temos em lidar as com as dificuldades cotidianas, estas piores que qualquer monstro geneticamente modificado ou vilão vindo do espaço. Nossa aventura é diária, nunca que se sabe o que vai acontecer, o que se vai enfrentar, que batalhas teremos que travar para chegarmos inteiros ao final do dia... Acredite, se você  consegue vencer os obstáculos que vão surgindo pelo seu caminho, considere-se vitorioso como se tivesse vencido o Loki, Lex Luthor, Lagarto, Coringa ou qualquer outro desses vilões!

    Porque no fim é isso que nos torna "super"!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Usei e postei: I love my boyfriend

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Camiseta: Miss Trendy
Shorts: Leader
Bolsa: Walmart
Sapatilha: Moleca

*Look usado há uns 2 meses, não tinha gostado das fotos na época. Ontem eu achei elas e gostei rsrsrs #bipolar.
*Essa camiseta é uma delícia, tem uma malha super gostosa! Acho que ainda tem dela na loja e por um preço muito amigo rsrsrsr!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

As pequenas coisas da vida


  Tirar aquela soneca no sofá depois do almoço, sentir o vento fresco bagunçando os cabelos, assistir ao pôr-do-sol pela janela do quarto... parecem coisas tão banais, não é? Para muitos esses pequenos momentos passam despercebidos. Eu era uma dessas pessoas, até não ser mais. E a partir do momento em que fiquei sem tudo isso, descobri que é nas coisas simples que repousa o encanto da vida.

  Ainda há aqueles que acham que encontrarão a felicidade nos aumentativos: "carrões" "casarões" "figurões"... que triste engano! Talvez uma certa euforia apareça por aí, mas esta é efêmera e desaparece do mesmo jeito que surgiu, do nada. É na singeleza que a felicidade, a genuína, se encontra.

  É no cantar, a plenos pulmões, sua música preferida. É no se espreguiçar gostosamente na cama, num dia de sábado (ou domingo). Num almoço em família ou com amigos. Num abraço. Num beijo inesperado. Num olhar, num sorriso, num aperto de mão. Numa risada bem dada, num filme assistido...

 Não é difícil ser feliz! O que acontece é que a gente se preocupa demais em não ser triste e acabamos seguindo o caminho errado. E perdemos os detalhes, passamos por eles sem notarmos que são essas pequenas coisas que dão um sabor enorme à nossa vida!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Por que caímos?


  
  Quando eu tinha 7 anos ganhei minha primeira bicicleta. Ela era linda: lilás (minha cor preferida desde sempre), tinha cestinha e todos aqueles frufrus que nós meninas adoramos. Eu mal via a hora de andar naquela belezura! Porém, havia um pequeno grande detalhe: eu não sabia andar sem rodinhas.
  No começo meu pai até chegou a instala-las (as rodinhas) na bicicleta mas elas eram muito frágeis e entortavam com o peso. Não conseguia dar uma pedalada que já caía. Eu chorava, frustrada por não conseguir aproveitar o meu presente. Foi então que num certo momento eu sequei as minhas lágrimas, mandei meu pai tirar as rodinhas e me prometi que ia aprender a andar naquela coisa de qualquer jeito. Todo o dia quando chegava da escola eu pegava a bendita da bicicleta e ia treinando. Caía trocentas vezes, me sujava toda, mas levantava. Foi então que entre quedas, roxos e pernas raladas, depois de um mês eu consegui dar a minha primeira volta! De repente todos aqueles machucados e arranhados ficaram insignificantes perto da sensação indescritível que foi dar a minha primeira volta de bicicleta! Esse momento, no dia 15 de novembro de 1999, ficou por muito tempo marcado como um dos dias mais felizes da minha vida.
  Quando eu tinha 9 anos a moda na minha escola era pular corda. Todo mundo tinha e quem não tinha pedia para os pais comprarem. Todo os dias na hora do recreio e da saída as meninas (e alguns meninos também) se juntavam e competiam para ver quem agüentava ficar mais tempo pulando. Eu morria de vontade de brincar também, mas havia outro pequeno grande detalhe: eu não sabia pular corda.
  De novo senti aquele mesmo aperto no peito, sintoma da frustração. Tinha vontade de chorar sempre que eu era excluída das brincadeiras por não saber pular. Foi então que um belo dia eu prometi a mim mesma que iria aprender a pular corda nem que fosse a última coisa que eu fizesse na vida (dramática mode on rsrsrsr). Meu pai comprou uma corda para mim e eu comecei a treinar imediatamente. E foi assim todo o santo dia! Tropeçava, caía, suava em bicas e ficava toda dolorida. Nada disso me abalou e, em pouco tempo, lá estava eu dando os meus pulinhos feliz da vida no recreio!
  Hoje me lembrei desses dois momentos e me dei conta que muitas vezes deixei aquela menininha determinada no passado. As dificuldades me abalam e nos primeiros obstáculos já sinto vontade de desistir. Se o meu eu do passado me visse hoje, ficaria apavorado. Mas hoje aquela menininha tinhosa veio me visitar e me lembrou do que eu quase havia esquecido. Que desafios são feitos para ser vencidos. Que dificuldades ajudam no nosso crescimento interior. 
   Como disse o Alfred em Batman Begins: "Por que caímos, senhor? Para aprendermos a nos levantar."  E ao nos reerguermos, a sensação incrivel de superação faz todas aquelas quedas, roxos e arranhões valerem à pena!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A menina de sorriso triste

    Lembro-me muito bem do seu rosto delicado, sua baixa estatura e a meiguice que exalava de seu ser, mesmo quando ela não dizia uma palavra. Assim era essa menina, e durante muito tempo eu a via passar diariamente pela rua. Serena, mas com passos firmes e um semblante sério, por vezes até melancólico.
   Quando eu a cumprimentava, ela retribuía o cumprimento e sorria, mas pecebia que era um sorriso diferente. Não falso, de maneira nenhuma. Apenas não tinha aquela expressão genuína de felicidade, não chegavam aos olhos. Era um sorriso triste.
   Durante todo aquele tempo eu me perguntava o que havia de errado com aquela moça. Quais temores rondavam sua cabeça, o que a afligia a ponto de matar aquele sorriso que deveria ser tão bonito. Por muitas vezes, quase a peguntei, mas tive medo de sua reação. Mas no meu íntimo, queria muito saber como ajudá-la.
   De repente, ela sumiu. Não a via mais fazendo aquele mesmo caminho, parecia que a terra a havia engolido. E eu me perguntava: onde estava ela? Para onde teria ido? Será que continuava com aquela melancolia tão tocante? Estas eram perguntas que achava que nunca seriam respondidas. Até que, dia desses, tive uma grata surpresa.
   Liguei a televisão e ela estava lá. Sendo entrevistada em um grande programa e levando aquilo tudo com a maior naturalidade. Sua meiguice e encanto continuavam os mesmos, mas o grande momento para mim, foi quando alguém falou algo engraçado e ela riu. E, de repente, parecia outra pessoa.
    Seu rosto se iluminou com o sorriso largo, a gostosa gargalhada contagiou todos os presentes e, quando a câmera focalizou seu rosto em close, percebi que estes brilhavam feito dois brilhantes. Algo que eu nunca tinha visto em todos aqueles anos em que ela passav por mim.
    Hoje eu sei o que faltava à ela: coragem. Para redescobrir seus sonhos, assumí-los e lutar por eles. Com vontade, com paixão, até conseguir. Foi isso que ela fez: e ao final da caminhada, ela encontrou o que eu sempre torci para ela encontrar: o sorriso genuíno da felicidade.